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SÃO VICENTE RECEBE – ESPETÁCULO CIRCENSE – EM COMEMORAÇÃO AO DIA NACIONAL DO CIRCO.

O evento “Circula Circo” contará com a participação de diversos grupos independentes do Estado, além de atividades recreativas para o público.

Reinventando o circo itinerante, com uma mistura de modernidade e tradição, a Equipe Zirkus junto com a ONG Progresso, apresentam em São Vicente, no dia 27 de março, o evento “Circula Circo”. O evento que começa às 14 horas, contará com um grande palco de variedades, apresentações teatrais e atividades recreativas para o publico em geral.

Realizar esse evento em nossa Célula Mater, é relembrar que o circo no Brasil também chegou por aqui e por décadas encantaram gerações. A escolha da Praça Coronel Lopes (Praça do Correio), é uma formar resgatar os primórdios onde o circo esta instalado em praças com grande circulação, possibilitando o acesso e facilitando a diversão.

O Espetáculo estilo “Palco de Variedades” é destinado a toda a família e remonta a história do circense convencional e é realizado com apoio de grupos independentes de São Vicente, Santos, Praia Grande, Guarujá e São Paulo.

Além disso os presentes podem se aventurar no mundo do circo, participando das atividades dinâmicas dos jogos recreativos, como cama elástica, parede de escalada, tecido e trapézio circense, entro outros.

Segundo Luiz Hiran, o evento tem como objetivo possibilitar a “reinclusão” do circo e facilita o acesso. “Há alguns anos realizamos em diversas cidades palcos de variedades circenses como este, voltados a toda a família e agora chegou a hora de São Vicente.”

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O Circo: A Velha Nova Arte


O Circo: A Velha Nova Arte

No próximo sábado, dia 20, às 14h30, na SP Escola de Teatro, localizada à Av. Rangel Pestana, 2.401, Brás, SP terá uma mesa de discussão cujo tema é: O Circo: A Velha Nova Arte.

Palestrantes:
Marcos Teixeira, coordenador da Área de Circo da Funarte/MinC
Hugo Possolo, palhaço, dramaturgo e fundador do grupo Parlapatões
Rodrigo Matheus, diretor e fundador do Circo Mínimo
Val de Carvalho, artista circense, arte-educadora e integrante do Doutores da Alegria

Compareçam!
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A lógica do espaço para o circo urbano


Conteúdo muito interessante escrito por Rodrigo Matheus, além de meu professor uma das minhas maiores referências no país, vale a muito a pena ler!

Um artista de circo precisa ter seu próprio equipamento, pois ele deve sempre conhecê-lo muito bem, ter muita intimidade com ele e, acima de tudo, ensaiar todo o tempo ou, no mínimo, todos os dias. A posse do equipamento significa sua independência, a possibilidade de ensaiar quando e onde quiser, sem depender de outros. Principalmente, sem depender de um chefe. Sem o seu equipamento pessoal e próprio, o artista não evolui, nem sequer consegue manter- se no mesmo nível em que um dia já esteve. No caso do circo de lona itinerante, todos dependem do dono da lona deixá-los ensaiar no espaço. Os donos de circo mais compreensivos e organizados definem uma escala rotativa, na qual cada artista tem um horário e, no dia seguinte, o horário pode mudar, em função do calor, das preferências pessoais (há quem prefira ensaiar bem cedo, e há quem prefira ensaiar mais tarde). Alguns donos de circo menos compreensivos não deixam artistas ensaiarem na lona. Para o malabarista, afora os problemas com o vento, não é muito difícil que possa ensaiar quando e onde quiser. Mas, para os trapezistas, para os acrobatas, perchistas, cordistas, aramistas, mastristas, trampolinistas e outros, o equipamento e o espaço são imprescindíveis, por razões óbvias. O espaço que ele necessita é amplo, grande, alto, nivelado, às vezes com colchões no chão. E, em parte desses, é necessária também certa concentração para os ensaios.

Para os proprietários dos circos e para o funcionamento dos circos, a questão do espaço é pública e notória. Os Governos Federal, Estadual e Municipal – o Estado – têm a obrigação moral e histórica de implantar políticas claras e contundentes de reserva de espaços nos municípios para os circos itinerantes. De outra forma, estes vão parar. Ou, ao menos, serão exclusividade de alguns poucos grandes empresários. O circo deve ser entendido como patrimônio cultural brasileiro e deve ser protegido, com ações como essa.

Mas, hoje em dia, há ainda outra categoria de circense, a dos circenses que fazem espetáculos de circo para temporadas fixas e para viagens curtas, garantidas – às vezes para Festivais de artes cênicas e às vezes para viagens por convites de produtores que os contratam ou firmam parcerias para curtas temporadas. Estes artistas acham que a viagem curta é mais eficiente que uma longa e arriscada viagem itinerante, por esse Brasil grande e pobre, dominado pelos especuladores imobiliários. Essa categoria à qual me refiro é a dos circenses que decidiram se fixar nas grandes cidades e que dela tiram seu sustento. Esses artistas são cada vez mais numerosos, formando grupos, companhias, trupes e escolas nas cidades e, cada vez mais, fazem um trabalho importantíssimo de renovação e divulgação da linguagem circense na maioria dos municípios brasileiros. Até porque, em muitos casos, se aproximam de artistas de outras áreas (dança, teatro, artes visuais, música, cinema,televisão). E, por serem mais facilmente encontráveis (têm endereço fixo), são mais expostos pela mídia. Esses artistas sempre existiram. Mas agora, como resultado do fluxo de artistas formados por escolas, eles aumentaram, em número e importância.

No caso desses artistas de cidade, com endereço fixo, há uma dupla função muito comumente desempenhada: a de artista-produtor. O que é isso? É a pessoa que, além de artista – que precisa treinar, fazer cursos, se manter em forma, se manter criativa e sensível –, produz o seu trabalho, ou seja, tem um computador, usa o telefone para trabalhar, às vezes tem uma pequena empresa – CNPJ –, vende seus números e espetáculos, assina os contratos, levanta fundos por meio de editais e patrocínios, escreve projetos, visita clientes, investe no futuro e, principalmente, investe em material e equipamento.

Assim, vemos hoje uma significativa parcela da categoria circense diante de um grande problema, semelhante aos problemas de quase toda a sociedade: a do espaço. Ora, se o circense tem que treinar, tem que ter onde montar seu aparelho, tem que ter onde guardar seus figurinos e, às vezes, cenários, então ele precisa de um espaço. E não pode ser um espaço pequeno, nem muito distante de sua moradia. Tem que ser um espaço que o permita criar, e que o permita atrair parceiros (pessoas para treinar com ele) além de, naturalmente, que o permita guardar o material que não está na estrada.

Se peças de teatro com cenários, figurinos e objetos de cena têm temporadas extensas, vão de um teatro a outro e, apenas por curtos períodos de tempo, devem ter seus materiais guardados em galpões alugados, no caso do circense essa solução não existe. Para o trapezista voador seu aparelho de vôos deve durar no mínimo 15 anos (e não apenas os dois ou três anos de duração da temporada da peça de teatro). E deve ser montado com grande frequência. Só isso já muda a característica do espaço que o circense necessita. E justo o segmento circense, que é uma das atividades das artes cênicas com menos dinheiro, menos rentáveis (hoje em dia) e com menos apoio público no Brasil.

A atividade circense urbana precisa de espaços. Para guarda de material com segurança, para treinamento – e, portanto, com altura, estrutura para aéreos e equipamentos de segurança – e para criação de seus espetáculos e números. Sem esses espaços, a atividade depende de trabalho contratado de grande porte para poder se manter ativa, o que é extremamente perigoso e excludente – quem não tem trabalho não tem onde treinar e, consequentemente, não consegue trabalho.

Foi com essa ótica que um grupo de artistas em São Paulo fundou a Central do Circo, em 1999. Eu era um deles. E a Central se tornou, em muito pouco tempo, referência de excelência, criatividade e cooperação na área do circo, gerando inúmeros projetos que, sem a Central, não teriam acontecido. Entre eles, o Circo Zanni, o CEFAC, a Circonferência (Festival de Circo em parceria com o SESC), 22 espetáculos importantes com linguagem circense, o Circo Zé Brasil, entre outros. E, no Rio de Janeiro, na forma de iniciativas mais localizadas, porém também mais duradouras, vemos a Fundição Progresso como foco da atividade circense, onde vários grupos se mantêm, administram seus espaços ao lado dos outros, gerando criatividade e parceria em larga escala.

É preciso, hoje, que as esferas governamentais – federal, estadual e municipal – compreendam essas demandas. Da mesma forma que os artistas produtores estão compreendendo e, consequentemente, investindo o pouco dinheiro que têm em espaços que os permitam seguir treinando, produzindo e criando. E da mesma forma que a Europa compreende. É impressionante: em 1990, quando viajei por várias cidades européias, havia já esse entendimento e, em muitas delas, existia um espaço público, gerenciado pelos artistas, mas mantido pelo governo, para que os circenses pudessem treinar, criar e guardar seus equipamentos maiores. O Estado, lá, entende que é seu dever garantir o mínimo de condições de trabalho para esses profissionais, quando não há mercado que sustente suas necessidades. Ou seja, um Estado maduro. Que trabalha para a sociedade.

Rodrigo Matheus, 15 de Março de 2011

Conteúdo retirado do portal circonteudo.
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Oficina de Circo - Novo espaço na Baixada Santista


A Equipe Zirkus, traz para o público da Baixada Santista a oportunidade de vivenciar, aprender e divertir-se com o universo do circo, um galpão com estrutura completa, equipamentos de segurança, aparelhos aéreos, solo, malabarismo e acrobacias...

Um lugar onde a possibilidade e o sonho de voar tornam-se realidade, não percam tempo e inscrevam-s
e já nas aulas de circo.

O projeto é a conquista de um sonho para os administradores da trupe, (Luiz Hiran e Michelle Pereira), em parceria com a Secretaria de Esportes de São Vicente.

Nosso objetivo é aproximar a população da cultura circense, facilitar o acesso e incentivar crianças e jovens a crescerem através da arte e do esporte. Possibilitar a pratica de modalidades diferenciadas, como a ginástica acrobática, corda bamba, lira "trapézio circular", entre outra modalidades.

Se é possível voar, esse lugar é no circo!

Saiba mais no telefone: (013) 3466.4219 ou faça-nos uma visita, Av. Cap. Luiz Ho
rneuaux, 667 - Jd. Paraíso - São Vicente - SP.
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Brincadeiras Selvagens

Lutar pela sobrevivência pode ser a chave para uma vida saudável
Arquivo / Época
Francine Lima
Repórter de ÉPOCA, escreve às quintas-feiras sobre a busca da boa forma física

Inúmeros estudos sobre as doenças da modernidade sugerem que o estilo de vida do homem das cavernas era bem mais saudável que o nosso, em vários aspectos. Embora a longevidade tenha crescido bastante nos últimos tempos, o que nos leva a crer que muita coisa melhorou no nosso modo de cuidar da saúde (assistência médica, medicamentos, tecnologias diagnósticas etc.), o ser humano moderno é acusado de adoecer por ter parado de lutar pela sobrevivência na natureza selvagem. Quando deixamos de caçar e ser caçados, não precisamos mais correr nem subir rapidamente em árvores para não morrer. E passamos a morrer justamente disso: conforto.

E se fingíssemos que ainda precisamos correr rápido e subir em árvores para sobreviver?

A diversão que certos esportes promovem me leva a pensar que lutar pela sobrevivência é uma das coisas mais agradáveis e saudáveis que a gente pode fazer. Quando vi um treino de Parkour no ano passado tive essa impressão. A molecada adorava a sensação de conseguir transpor obstáculos, botando as mãos no chão e se empoleirando em muros e grades. Pensei: nossos ancestrais provavelmente tinham de fazer esse tipo de coisa para arranjar comida no meio da floresta, muito antes de haver escadas e elevadores nos guiando até algum freezer. Ou seja, essa corrida de obstáculos que hoje nos parece tão ousada e arriscada deve ter sido a coisa mais sensata a fazer quando animais famintos dividiam o território com homens, mulheres e crianças famintas.

Imaginei aquela brincadeira no meio do mato e lembrei que o arvorismo e os esportes de aventura também resgatam esse espírito de usar nossas habilidades para enfrentar os perigos naturais. Por que será que os praticantes desses esportes adoram experimentar a sensação de correr certos perigos? Escalar montanhas, descer corredeiras, deslizar na tirolesa são atividades, digamos, desnecessárias ao nosso dia a dia, mas prazerosas justamente por causa da adrenalina que liberam.

A adrenalina é o hormônio do estresse. Em excesso, faz mal. Na dose certa, nos dá o pique necessário para fazer o que precisamos fazer. Boa parte das doenças que nos derrubam hoje está associada ao estresse do mal, aquele das reuniões de trabalho em que é preciso agradar o chefe ou o cliente com uma apresentação de power point impecável, sob o risco de perder o emprego. Esse tipo de luta pela sobrevivência, a moderna, a intelectual, não usa os recursos físicos que temos para escapar dos perigos. A gente se angustia, se irrita, se deprime, e vai para casa descansar no sofá, com dor de cabeça.

Cães e gatos, quando jovens, brincam como se estivessem caçando. Atacam, mordem e chutam, sem machucar, como se treinassem para a luta real na vida adulta. Meninos adoram brincar se batendo, fingindo agressividade. Meninas gostam de fugir. Tenho a impressão de que os esportes e as brincadeiras são nossa conexão com o passado de disputas selvagens. As lutas sérias no tatame e o pega-pega infantil parecem versões diferentes da necessidade que nasceu conosco de lutar para vencer. A gente se sente bem nessas disputas. Talvez precisemos disso não só para sermos saudáveis, mas também para sermos felizes.

O leitor me perdoe, mas estou desfiando hipóteses livres com base no que já li e observei sobre teorias evolutivas, reações de estresse, sedentarismo e exercícios físicos. Posso estar exagerando na especulação e dizendo um monte de besteiras. Mas não me parece coincidência que as atividades físicas consideradas mais divertidas sejam justamente as que envolvem a necessidade de vencer um desafio, adversário ou obstáculo, e que sejam mais frequentemente considerados chatos os exercícios repetitivos, fáceis e constantes, que não representam perigo nenhum.

Estudos, pesquisadores e treinadores físicos que andei consultando dizem que os exercícios que mais dão resultados de longo prazo são aqueles que tiram o corpo da zona de conforto, que oferecem dificuldades novas de tempos em tempos, que desacostumam os esforços, que exigem sempre mais e mais. E que os exercícios mais fáceis são ótimos não para resolver tudo, mas para nos preparar para os mais difíceis.

Tendo a acreditar que, quanto mais formos desafiados a conquistar melhores resultados, mental e fisicamente, mais estaremos respeitando a nossa natureza. É por isso que entristeço toda vez que leio alguma bobagem sobre como obter tal ou qual resultado sem sacrifício. Pode até ser que funcione, no curto prazo. Mas será um desperdício de instinto de sobrevivência.

(Francine Lima escreve às quintas-feiras)

Link original: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI218862-15230,00-BRINCADEIRAS+SELVAGENS.html

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Dia do Circo - 27 de Março - Porquê?


O dia do circo foi criado em homenagem ao palhaço Piolim, Abelardo Pinto, que comandou o circo Piolim por mais de trinta anos.

Seu pai havia sido dono de circo quando Abelardo ainda era pequeno, local onde aprendeu a tocar violino, a fazer contorcionismos e acrobacias.

A data foi instituída em razão de seu nascimento, no ano de 1897, em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo.

Abelardo chegou a fazer espetáculos beneficentes, junto com um grupo de artistas espanhóis, que lhe deram o apelido de Piolim, que significa barbante, devido às pernas compridas e também por sua magreza.

Piolim era engajado com os movimentos artísticos e culturais, sempre preocupado em divulgar a arte como forma de expressão cultural.

Foi homenageado pelos intelectuais da semana de arte moderna (Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfati, e outros) em 1922, como o maior artista popular brasileiro.

Em dois de agosto de 1931 recebeu uma homenagem de Mário de Andrade, através de uma crônica que demonstrava seu encantamento com a arte do circo de Piolim.

Um dos maiores sonhos desse palhaço era montar uma escola circense, para manter as tradições artísticas e culturais do circo, mas morreu antes de concretizá-lo, aos 76 anos de idade, no ano de 1973.

Por Jussara de Barros

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Emissário - Persistência e conquistas.


Hoje acabo de chegar do emissário submarino (santos), para os novatos na cena, o emissário é o berço de nossa jornada, seja ela circo, b-xtreme, pk... em tudo! rs

Após anos de luta com guardinhas municipais que teimavam em embargar nossas atividades (treinos de pirofágia, acrobacias e principalmente o parkour), mesmo que sem base em nenhuma lei, conseguimos progresso a alguns meses... "eles já não embargam mais! rsrs"

No treino frenético de hoje percebi que além dos guardinhas não perturbarem mais, o desempenho dos novatos na cena do "Parkour" (incluindo eu), teve uma melhora extremamente significativa, podemos dizer que "estamos aprendendo a nos movimentar..".

Como assim aprendendo a nos movimentar?! explico, depois de longo período de tempo focado no desenvolvimento físico-muscular (condicionamento), voltamos a poucas semanas a praticar movimentações, e o progresso já é visível, o "quebra mar" já não é mais o mesmo...

Parece que abrimos uma nova visão do espaço, as possibilidades se expandiram significativamente, é realmente incrível, cada lugar que olhamos tem um novo objetivo a ser alcançado, uma utopia transformada em realidade pela persistência.

Hoje podemos dizer que estamos prontos para iniciar-mos nos desafios da "Arte do deslocamento!"

E que venha mais...

Aproveito o post para inaugurar oficialmente o Núcleo de Esportes da Equipe Zirkus, nomeado "X-treme Circus."

Feliz com mais um sonho realizado, me despeço de todos convidando-os para participar dos treinos de acrobacias e parkour que acontecem oficialmente aos DOMINGOS das 14 as 18 horas no Parque Roberto Mário Santini, Emissário submarino em santos (José menino)
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Espetáculo - Um olhar feminino sobre o circo


Fourcade apresenta "Um olhar feminino sobre o circo"



Uma retrospectiva sobre o papel da mulher na sociedade e no Circo. Quem são essas mulheres que se transformaram tanto até os dias de hoje? Mulheres que querem realizar desejos fora da jurisdição caseira, como o desejo de trabalhar, de produzir trabalhos artísticos e intelectuais ou, até mesmo, de desfrutar de uma sexualidade mais livre.
Suas conquistas, ambições e lutas, representadas em números circenses. O Grupo Fourcade apresenta os tradicionais números de circo em formato de performances e intervenções para os mais variados ambientes que não o picadeiro.


Duração de 40 minutos de espetáculo mais uma hora de aula aberta ao público.
Obs.: Os que forem participar da aula aberta devem trajar roupas de ginástica.

Entrada Franca, pipoca e refrigerante para crianças!

O espetáculo tem inicio as 17 horas de Sábado dia 12 de fevereiro, na cadeia velha (Praça dos Andradas, S/N) em Santos - SP

Vale a pena prestigiar e participar desse espetáculo, que exalta e homenageia mulheres e guerreiras do picadeiro!!!
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Espetáculo de circo

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No circo, desde seu inicio até os dias atuais, o corpo desafia seus limites.

O artista tem consciência de que pode fracassar. O desempenho artístico do acrobata e sua possível queda não são ilusórios e não pertence ao reino da ficção.

O público, por seu lado, presencia a elaboração do suspense e do termo, que serão logo superados. Em seguida, o espetáculo é acometido pela descontração da performance dos palhaços. No espetáculo circense o corpo do artista mostra toda a sua potencialidade.

Ele se desnuda para revelar, no espetáculo, a sua grandeza. Riso e fracasso, descontração e possibilidade de queda são os componentes extremos que embasam o espetáculo de circo. A possibilidade do fracasso é evidente, para ser superada, em seguida, com o riso descontraído dos palhaços. Em um pólo, o corpo sublime dos ginastas; no outro, o grotesco dos clowns.

Em forma de espetáculo, o corpo acrobático, no chão ou nas alturas, explora o sublime e desafia as leis naturais. No extremo oposto, como sátira do próprio circo, o corpo grotesco dos palhaços enfatiza o ridículo das situações sublimes, ou, então, presta-se ao jogo cômico improvisado cujo objetivo último é a gargalhada descontraída da platéia.
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Os velhos revivem o passado, por meio dos dramas e as crianças se encontram na liberdade descontraída e risível dos palhaços.

O palhaço é a figura central dos espetáculos nos pequenos e médios circos, em qualquer uma de suas modalidades.

Portanto, diferentemente dos grandes, nos circos pequenos e médios o palhaço tem um lugar de destaque no espetáculo. Ele tanto participar das entradas, ou mesmo de outros números, da primeira parte, como também está presente nas peças e nos shows que compõem a segunda parte do espetáculo, com as mais diversas funções.

Para o público, o circo e seus espetáculos vêm preencher, no imaginário, a lacuna da liberdade. O picadeiro iluminado é o centro convergente desse impulso centrífugo do olhar e da atenção; local em que tudo, ou quase tudo, se realiza ou pode vir a realizar-se.


Compilação extraída do livro Os Palhaços de Mário Fernando Bolognesi

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